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Publicado por em jun 27, 2015 em Bispo Inaldo Barreto, Blog, Notícias, Sem categoria | Ninguém comentou

A PROPÓSITO DA APROVAÇÃO DO CASAMENTO ENTRE PESSOAS DO MESMO SEXO NOS USA

A PROPÓSITO DA APROVAÇÃO DO CASAMENTO ENTRE PESSOAS DO MESMO SEXO NOS USA

A pedido do jovem  Rômulo Muriel líder espiritual da 4ª Região Eclesiástica, resolvi apresentar esse texto para reflexão no Encontro Nacional de Pastores no começo do mês de Julho de 2015. Vamos começar com o comentário de Franklin Graham, filho de Billy Graham:

A Suprema Corte americana deu parecer favorável ao casamento entre pessoas do mesmo sexo,  (same-gender couples), assim o casamento entre “casais do mesmo sexo” é Lei nos Estados Unidos.  Franklin Graham disse que: “O Tribunal não pode definir o casamento, pois esse já foi definido por Deus”.

“Long before our government came into existence, marriage was created by the One who created man and woman—Almighty God—and His decisions are not subject to review or revision by any manmade court. God is clear about the definition of marriage in His Holy Word: “Therefore a man shall leave his father and his mother and hold fast to his wife, and they shall become one flesh” (Genesis 2:24).”

I pray God will spare America from His judgment, though, by our actions as a nation, we give Him less and less reason to do so. (Franklin Graham)

(Muito antes de o nosso governo vir a existir, o casamento foi criado por Aquele que criou o homem e a mulher, Deus Todo-Poderoso e Suas decisões não estão sujeitas a ser revista  ou sujeita a uma  revisão por qualquer tribunal de origem humana. Deus é claro sobre a definição de casamento em Sua Santa Palavra: “Por isso o homem deixará seu pai e sua mãe e se ujnirá  à sua esposa, e eles se tornarão uma só carne” (Gênesis 2:24). (Marcos 10.7-8)

Oro a Deus para que a América seja poupada do seu julgamento, no entanto por nossas ações como nação estamos dando cada vez vemos razões para isso).

O casamento entre pessoas do mesmo sexo  é um projeto dos homossexuais que querem em tese um documento do Estado que diga que são casado com os direitos pertinentes à legislação vigente e que se refere ao casaemnto heterossexual.  Não se trata de casamento religioso, mas de Direito Civil. A Suprema Corte legislou a favor dos seus cidadãos, eles vão à guerra, pagam seus impostos, se o Estado quis legalizar o que pediram para ser legalizado ninguém deve se opor, afinal o Congresso e a Suprema Corte estão lá para legislar, se é agradável ou não aos cristãos isso não vem ao caso, afinal são representantes do povo e chegaram ao Congresso pelo voto, e na Suprema Corte por algum mérito. Não é um papel tido como oficial que irá liberar o que é prática comum no mundo todo, a união entre pessoas do mesmo sexo. Viviam juntos como marido e mulher sem papel algum e vão agora ter um documento que garante os direitos civis, tais como: Herança, Fidelidade matrimonial, Divórcio e a consequente divisão de bens. Mas não recebe o direito de gerar filhos isso o Congresso ou a Suprema Corte nunca poderão conceder.

 A interpretação sobre esse assunto mediante consulta ao Antigo Testamento não vai ajudar em nada, o cristão deve começar a pensar que o Estado é laico, de qualquer forma ninguém vai conseguir impor uma Constituição conforme o modelo de Levítico, em algum lugar na Bíblia vamos encontrar: “A feiticeira não deixarás viver” e ninguém conseguirá impor uma lei dessa em plena modernidade. E quem o fizer será preso. imaginem alguém ser apedrejado por estar catando lenha no serrado em pleno sábado para levar para sua casa fazer fogo para assar o cordeiro, (Nm 15.35). Se um homem (O Antigo Testamento privilegia o homem com direitos e obrigações) como diz no livro de Levítico: “o homem que se deitar com outro homem como se fosse mulher, ambos cometeram uma abominação, deverão morrer, e seu sangue cairá sobre eles” (Levítico20.13). E nesse período da história o Estado de Israel  era religioso e o conhecimento e a liberdade eram uma obscuridade. O Islã aplica o Alcorão nessa mesma medida, por lá nem se fala em direitos dos homossexuais ou semelhantes.

 Desde que a Igreja não esteja obrigada a celebrar esse casamento ela também não tem sobre o que protestar, até pode dizer para o governo e seus magistrados que se trata de algo que não corresponde à fé e nem mesmo a uma tradição sob qualquer pronto de vista, ainda que na antiga Grécia havia a tropa dos “amantes” instituida por Laio (rei lendário de Tebas, na Grécia pai de Édipo), até já se pode imaginar o que seja. Nas tropas de Roma também havia, até um ou outro imperador se dava a essa prática, mas também houve quem proibisse. François-Marie Arouet  nascido em París no ano de 1694 diz em um de seus livros: “O amor entre moços  era tão comum em Roma que ninguém pensava em punir essa tolice na qual todos aqueles que incorriam andavam de cabeça baixa. Otávio Agusto  (6e a.C 14 d.C), esse assassino devaso e pilantra, que teve a ousadia de exilar Ovídio, achou muito natural Virgílio cantasse Alexis e que Horácio escrevesse perquenas odes a Ligurino; mas a antiga Lei Scantinia, que proibia a pederastia, nunca foi abolida; o imperador Filipe a repôs em vigor e expulsou de Roma os rapazes que se prostituiam por ofício”

Então se  é  dado aos homossexuais o direito de retirar um “pedaço de papel” fornecido pelo Estado onde se diz que “estão casados”. Tudo bem, mas isso não garante nada nem para os heterossexuais no que tange à fidelidade nem para os homossexuais, é um mero pedaço de papel que não tem poder algum de mudar a natureza do que quer que seja. Ainda que um magistrado diga que ele o  homem é  (ela) uma mulher isso não acontecerá de fato é uma  mera ficção, entretanto parece haver caso especiais de pessoa com  problema em relação ao sexo, e ninguém sabe explicar isso muito bem. Por isso como não somos seres celestiais melhor esperar para ver como fica. Mas esse papel do Cartório vale para os direitos civis, e só.

Mas a Igreja continuará com a sua posição de não aceitar uma possível imposição do Estado para que ela seja “gay” ou seja obrigada a fazer o “casamento gay” O Estado é laico e melhor que viva sua laicidade, e a igreja seja respeitada na sua sacralidade.

Depois dessa aprovação pela Suprema Corte americana tudo isso vai influenciar o Congresso Brasileiro por dois motivos, primeiro porque nosso pessoal não tem muita experiência e é facilmente influenciado principalmente em coisas cosméticas, segundo porque os Estados Unidos é uma potência mundial e influencia por si mesma. De qualquer forma o STF já deu parecer favorável à união civil entre pessoas do mesmo sexo, mas o líder gay na câmara quer mudar até a Bíblia, esse piolho ignóbil não sabe o que diz.

Barak Obama não tem o direito de proclamar como uma vitória pessoal essa aprovação, até porque na sua possível religião islâmica as leis contra homossexuais são duríssimas. Ele devia apelar junto aos “Mulá” para que essa lei fosse abrandada. Seria justo.

Agora quem sabe a imprensa começará a discutir coisas mais relevantes como, distribuição de renda, aumento exagerado de impostos, o direito da criança e tantas outras pautas importantes para a maioria do povo que paga muito imposto e não tem a contrapartida.

Quanto a posição oficial da Igreja Metodista Renovada acompanhamos o pensamento do Bispo Lyndsey Davis da UMC, segue abaixo a sua nota:

While I am personally disappointed in the Supreme Courts decision to alter the government’s definition of marriage to include same-gender couples, their decision is not much of a surprise.  The Court’s reasoning runs counter to the teachings of almost all world religions including Christianity, Judaism and Islam.  I remain hopeful that the United Methodist Church will remain faithful to the biblical understanding that marriage is a lifetime covenant between a man and a woman.

 I remind all the clergy and laity of the Kentucky and Red Bird Conferences that the Supreme Court decision does not change the stance of our church on same- gender marriage. The Discipline prohibits UM clergy from performing weddings for same-gender couples and prohibits such weddings from being held in our churches.  I do not know how the 2016 General Conference will affirm or revise those prohibitions, but our current Discipline is clear on the issue, and I am committed to uphold the Discipline

Enquanto eu estou pessoalmente decepcionado com a decisão da Suprema Corte em  alterar a definição do governo do casamento para incluir os casais do mesmo sexo, a sua decisão não surpreende, não é uma surpresa. O raciocínio do Tribunal é contrária aos ensinamentos de quase todas as religiões do mundo, incluindo o cristianismo, judaísmo e islamismo. Eu continuo firme na  esperança de que a Igreja Metodista Unida permanecerá fiel à compreensão bíblica de que o casamento é uma aliança de vida entre um homem e uma mulher.

 Gostaria de lembrar todos os clérigos e leigos das Conferências Kentucky e “Red Bird” que a decisão da Suprema Corte não altera a posição da nossa igreja sobre o casamento entre pessoa do mesmo sexo. A Disciplina proíbe o clérigo da Igreja Metodista Unida de realizar casamentos entre pessoas do mesmo sexo e proíbe tais casamentos de ser realizados em nossas igrejas. Eu não sei como a Conferência Geral 2016 afirmará ou revisará essas proibições, mas a nossa Disciplina atual é clara sobre o assunto, e estou empenhado em defender a Disciplina.

Temos a mesma opinião na Igreja Metodista Renovada e consta em nosso estatuto:

Art.6 parágrafo 1º : “A igreja assim definida  no artigo 2º não celebra núpcias de casais homossexuais.

Não celebra, mas a porta da IMR fica aberta para quem quiser frequentar os cultos, ser membro, porém exige  observar o seu Estatuto.

A pedido do jovem  Rômulo Muriel líder espiritual da 4ª Região Eclesiástica, resolvi apresentar esse texto para reflexão no Encontro Nacional de Pastores no começo do mês de Julho de 2015. Vamos começar com o comentário de Franklin Graham, filho de Billy Graham:

A Suprema Corte americana deu parecer favorável ao casamento entre pessoas do mesmo sexo,  (same-gender couples), assim o casamento entre “casais do mesmo sexo” é Lei nos Estados Unidos.  Franklin Graham disse que: “O Tribunal não pode definir o casamento, pois esse já foi definido por Deus”.

“Long before our government came into existence, marriage was created by the One who created man and woman—Almighty God—and His decisions are not subject to review or revision by any manmade court. God is clear about the definition of marriage in His Holy Word: “Therefore a man shall leave his father and his mother and hold fast to his wife, and they shall become one flesh” (Genesis 2:24).”

I pray God will spare America from His judgment, though, by our actions as a nation, we give Him less and less reason to do so. (Franklin Graham)

(Muito antes de o nosso governo vir a existir, o casamento foi criado por Aquele que criou o homem e a mulher, Deus Todo-Poderoso e Suas decisões não estão sujeitas a ser revista  ou sujeita a uma  revisão por qualquer tribunal de origem humana. Deus é claro sobre a definição de casamento em Sua Santa Palavra: “Por isso o homem deixará seu pai e sua mãe e se ujnirá  à sua esposa, e eles se tornarão uma só carne” (Gênesis 2:24). (Marcos 10.7-8)

Oro a Deus para que a América seja poupada do seu julgamento, no entanto por nossas ações como nação estamos dando cada vez vemos razões para isso).

O casamento entre pessoas do mesmo sexo  é um projeto dos homossexuais que querem em tese um documento do Estado que diga que são casado com os direitos pertinentes à legislação vigente e que se refere ao casaemnto heterossexual.  Não se trata de casamento religioso, mas de Direito Civil. A Suprema Corte legislou a favor dos seus cidadãos, eles vão à guerra, pagam seus impostos, se o Estado quis legalizar o que pediram para ser legalizado ninguém deve se opor, afinal o Congresso e a Suprema Corte estão lá para legislar, se é agradável ou não aos cristãos isso não vem ao caso, afinal são representantes do povo e chegaram ao Congresso pelo voto, e na Suprema Corte por algum mérito. Não é um papel tido como oficial que irá liberar o que é prática comum no mundo todo, a união entre pessoas do mesmo sexo. Viviam juntos como marido e mulher sem papel algum e vão agora ter um documento que garante os direitos civis, tais como: Herança, Fidelidade matrimonial, Divórcio e a consequente divisão de bens. Mas não recebe o direito de gerar filhos isso o Congresso ou a Suprema Corte nunca poderão conceder.

 A interpretação sobre esse assunto mediante consulta ao Antigo Testamento não vai ajudar em nada, o cristão deve começar a pensar que o Estado é laico, de qualquer forma ninguém vai conseguir impor uma Constituição conforme o modelo de Levítico, em algum lugar na Bíblia vamos encontrar: “A feiticeira não deixarás viver” e ninguém conseguirá impor uma lei dessa em plena modernidade. E quem o fizer será preso. imaginem alguém ser apedrejado por estar catando lenha no serrado em pleno sábado para levar para sua casa fazer fogo para assar o cordeiro, (Nm 15.35). Se um homem (O Antigo Testamento privilegia o homem com direitos e obrigações) como diz no livro de Levítico: “o homem que se deitar com outro homem como se fosse mulher, ambos cometeram uma abominação, deverão morrer, e seu sangue cairá sobre eles” (Levítico20.13). E nesse período da história o Estado de Israel  era religioso e o conhecimento e a liberdade eram uma obscuridade. O Islã aplica o Alcorão nessa mesma medida, por lá nem se fala em direitos dos homossexuais ou semelhantes.

 Desde que a Igreja não esteja obrigada a celebrar esse casamento ela também não tem sobre o que protestar, até pode dizer para o governo e seus magistrados que se trata de algo que não corresponde à fé e nem mesmo a uma tradição sob qualquer pronto de vista, ainda que na antiga Grécia havia a tropa dos “amantes” instituida por Laio (rei lendário de Tebas, na Grécia pai de Édipo), até já se pode imaginar o que seja. Nas tropas de Roma também havia, até um ou outro imperador se dava a essa prática, mas também houve quem proibisse. François-Marie Arouet  nascido em París no ano de 1694 diz em um de seus livros: “O amor entre moços  era tão comum em Roma que ninguém pensava em punir essa tolice na qual todos aqueles que incorriam andavam de cabeça baixa. Otávio Agusto  (6e a.C 14 d.C), esse assassino devaso e pilantra, que teve a ousadia de exilar Ovídio, achou muito natural Virgílio cantasse Alexis e que Horácio escrevesse perquenas odes a Ligurino; mas a antiga Lei Scantinia, que proibia a pederastia, nunca foi abolida; o imperador Filipe a repôs em vigor e expulsou de Roma os rapazes que se prostituiam por ofício”

Então se  é  dado aos homossexuais o direito de retirar um “pedaço de papel” fornecido pelo Estado onde se diz que “estão casados”. Tudo bem, mas isso não garante nada nem para os heterossexuais no que tange à fidelidade nem para os homossexuais, é um mero pedaço de papel que não tem poder algum de mudar a natureza do que quer que seja. Ainda que um magistrado diga que ele o  homem é  (ela) uma mulher isso não acontecerá de fato é uma  mera ficção, entretanto parece haver caso especiais de pessoa com  problema em relação ao sexo, e ninguém sabe explicar isso muito bem. Por isso como não somos seres celestiais melhor esperar para ver como fica. Mas esse papel do Cartório vale para os direitos civis, e só.

Mas a Igreja continuará com a sua posição de não aceitar uma possível imposição do Estado para que ela seja “gay” ou seja obrigada a fazer o “casamento gay” O Estado é laico e melhor que viva sua laicidade, e a igreja seja respeitada na sua sacralidade.

Depois dessa aprovação pela Suprema Corte americana tudo isso vai influenciar o Congresso Brasileiro por dois motivos, primeiro porque nosso pessoal não tem muita experiência e é facilmente influenciado principalmente em coisas cosméticas, segundo porque os Estados Unidos é uma potência mundial e influencia por si mesma. De qualquer forma o STF já deu parecer favorável à união civil entre pessoas do mesmo sexo, mas o líder gay na câmara quer mudar até a Bíblia, esse piolho ignóbil não sabe o que diz.

Barak Obama não tem o direito de proclamar como uma vitória pessoal essa aprovação, até porque na sua possível religião islâmica as leis contra homossexuais são duríssimas. Ele devia apelar junto aos “Mulá” para que essa lei fosse abrandada. Seria justo.

Agora quem sabe a imprensa começará a discutir coisas mais relevantes como, distribuição de renda, aumento exagerado de impostos, o direito da criança e tantas outras pautas importantes para a maioria do povo que paga muito imposto e não tem a contrapartida.

Quanto a posição oficial da Igreja Metodista Renovada acompanhamos o pensamento do Bispo Lyndsey Davis da UMC, segue abaixo a sua nota:

While I am personally disappointed in the Supreme Courts decision to alter the government’s definition of marriage to include same-gender couples, their decision is not much of a surprise.  The Court’s reasoning runs counter to the teachings of almost all world religions including Christianity, Judaism and Islam.  I remain hopeful that the United Methodist Church will remain faithful to the biblical understanding that marriage is a lifetime covenant between a man and a woman.

 I remind all the clergy and laity of the Kentucky and Red Bird Conferences that the Supreme Court decision does not change the stance of our church on same- gender marriage. The Discipline prohibits UM clergy from performing weddings for same-gender couples and prohibits such weddings from being held in our churches.  I do not know how the 2016 General Conference will affirm or revise those prohibitions, but our current Discipline is clear on the issue, and I am committed to uphold the Discipline

Enquanto eu estou pessoalmente decepcionado com a decisão da Suprema Corte em  alterar a definição do governo do casamento para incluir os casais do mesmo sexo, a sua decisão não surpreende, não é uma surpresa. O raciocínio do Tribunal é contrária aos ensinamentos de quase todas as religiões do mundo, incluindo o cristianismo, judaísmo e islamismo. Eu continuo firme na  esperança de que a Igreja Metodista Unida permanecerá fiel à compreensão bíblica de que o casamento é uma aliança de vida entre um homem e uma mulher.

 Gostaria de lembrar todos os clérigos e leigos das Conferências Kentucky e “Red Bird” que a decisão da Suprema Corte não altera a posição da nossa igreja sobre o casamento entre pessoa do mesmo sexo. A Disciplina proíbe o clérigo da Igreja Metodista Unida de realizar casamentos entre pessoas do mesmo sexo e proíbe tais casamentos de ser realizados em nossas igrejas. Eu não sei como a Conferência Geral 2016 afirmará ou revisará essas proibições, mas a nossa Disciplina atual é clara sobre o assunto, e estou empenhado em defender a Disciplina.

Temos a mesma opinião na Igreja Metodista Renovada e consta em nosso estatuto:

Art.6 parágrafo 1º : “A igreja assim definida  no artigo 2º não celebra núpcias de casais homossexuais.

Não celebra, mas a porta da IMR fica aberta para quem quiser frequentar os cultos, ser membro, porém exige  observar o seu Estatuto.

 

 

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