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Publicado por em fev 23, 2013 em Bispo Inaldo Barreto, Blog, Colaboradores | Ninguém comentou

A Rebelião e a Multiplicação das Denominações

A Rebelião e a Multiplicação das Denominações

(1 Samuel 15.23)

Antes de qualquer coisa, devo afirmar o que diz as Escrituras; “Car la désobéissance est aussi coupable que la divination, et la résistance ne il est pas moins que l´idolâtrie et les théraphim. Puisque tu as rejetê la parole de I Eternel, il te rejette aussi comme roi.

I- O CRESCIMENTO DAS DENOMINAÇÕES

O desejo de crescer, o querer ter, mais do que se tem, se houve equilíbrio será benção; servirá para o conforto pessoal e para socorrer os necessitados, o simples querer é o desejo mais comum da humanidade, sem exceção, mas veja lá, temos sim exceção, mas não no cristianismo, temos no Hinduísmo, e no Islam e em algumas outras seitas orientais. No cristianismo parece ser regra avançar sempre, conquista mais, ter mais, “querer ter” uma definição da práxis cristã. Quando isso é feito de maneira justa, é benção, mas se pela ambição de ser algo mais do que se é, pela busca da primazia como se fosse uma disputa futebolística,  o religioso avança no campo alheio, então temos aí a corrupção do desejo.

Grupos religiosos que advogam o crescimento da “igreja” por meio da divisão sistemática; conselhos locais que promovem a divisão como fosse obra sagrada. Santificam aquilo que nunca foi santificado. Argumentam que é possível o errado se tornar certo bastando para isso que depois de tudo se faça uma longa oração justificando todos os atos praticados na carne.


II- COMO CRESCE UMA IGREJA? (denominação)

No processo promovido pela rebelião, pode-se notar que  ela nasce em meio a discórdia de difícil identificação. Depois que o vulcão entra em erupção, ninguém sabe muito bem o que motivou as chamas violentas, as línguas de fogo que exasperada cospem para todos os lados, assim é uma rebelião. O próprio líder revolucionário no calor da discussão no ardor das motivações pessoal, pelo desejo de ser o primeiro não sabe muito bem o motivo. O rebelde fala vagamente de uma doutrina sem muita importância, pode ser o uso de calça comprida para as mulheres, pode ser o corte das pontas dos cabelos., ou coisa semelhante. Mas a razão de tudo está bem escondida no fundo da alma, o desejo de ser, “o querer ter aquilo que não lhe pertence”. Dinheiro e primazia.

Uma igreja com raiz plantada na rebelião sempre se ressentirá do mal que praticou, mas isso não é motivo suficiente para o arrependimento, o eventual crescimento da “obra” será a justificativa. Desde tempos remotos, longas orações eram feitas para cobrir as faltas, os roubos e as injustiças.

Geralmente o líder revoltoso nunca deixará de sê-lo, continuará na ativa, dará apoio aos rebeldes oferecendo cobertura, será um bispo disfarçado, exercerá a função mas se recusará ser chamado pelo nome, prefere ser conhecido como pastor que “dar cobertura” e pretende orientar os colegas nas reuniões convocadas para esse mister. Esses colegas geralmente têm um histórico semelhante, fuga, desonestidade, geralmente deprimidos. Outros são aqueles que foram consagrados pelo líder rebelado atende o chamado episcopal do rebelde. O rebelde se ira contra o ofício do bispo, e depois deseja ser bispo, mesmo sem ordenação formal, mas acredita que é, e passa a exercer a função. Mas porquê ele faz isso? Se rebelou contra e faz o que condenou.Geralmente quando se aponta o dedo, quando se exagera termina fazendo o que condena.

III- O QUE É UMA REBELIÃO?


Ela nasce no coração e pelo desejo de ser. Ser algo mais, ser o primeiro. Alguém que lidera um grupo se arvora como o líder, altera a voz, os gestos, e começa a apontar os supostos defeitos do líder. A mente alimenta-se de um ódio gratuito, começa a proferir blasfêmias contra o seu antigo líder, profetiza até esgotar todo o estoque de mentiras armazenadas na mente, e começa a pagar todo o bem recebido com todos os males possíveis.  A rebelião segundo o profeta bíblico, “é como o pecado de feitiçaria”. E aquele que apóia faz o mesmo, promove a feitiçaria.

IV- Os ABROLHOS QUE PROTEGEM

Se existe algo que nos ensina sobre espinheiros que tentam reinar sobre as outras árvores é a apologia de Jotão, “vem espinheiros e reina sobre nós”.
Se um líder que se desviou e oferece proteção  a  outros rebeldes ainda estar a promover a  rebelião, recebendo como herói aquele que roubou ovelhas de outro pastor, caluniou, visitou irmãos de outros ministérios com a finalidade de roubar ovelhas e difamar antigos companheiros esse suposto bispo é cúmplice com as más obras e herdará em si mesmo o castigo que virá para o rebelde que protege.

V- ARREPENDIMENTO

Geralmente o rebelde procura um apoio, na mente constrói a sua santidade, se acha irrepreensível, mas nunca se arrepende de verdade. Se delicia com o mal alheio. Líder de rebeliões se oferecem como cobertura espiritual a gente que espalhou a mentira entre os membros da igreja que  tentou contaminar a todos e semeou contendas infindáveis  entre os irmãos; é assim que  ele faz, o que é mal aos olhos do Senhor. Os rebeldes esquecem de perdoar e depois ficam implorando o perdão.

Conheço um rebelde que se apresentou para pedir perdão e começou o seu discurso com as seguintes palavras: – Se eu errei. Quer dizer ainda se acha inocente, não consegue devolver as ovelhas roubadas tampouco se arrependeu do que fez.

CONCUSÃO:

A rebelião, “la désobéissance” é um pecado tão grave que é dado como o pecado básico de Satanás. O poder é algo tão fascinante que o rebelde nada ver além daquilo que almeja, mesmo sabendo que anda em meio à lama, ainda assim avança com ímpeto como se tivesse numa guerra de conquista, assim como os Cruzados na Idade Média, assemelha-se ao Papa na antiguidade, o alvo é o domínio das almas mesmo à custa de mentiras e ódios gratuitos. O rebelde é como um Javali montês numa hora de legumes.

Bispo Primaz I.F. Barreto

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