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Publicado por em maio 15, 2016 em Bispo Inaldo Barreto, Blog, Notícias, Sem categoria | Ninguém comentou

EDUARDO CUNHA, O JEFTÉ BRASILEIRO

EDUARDO CUNHA, O JEFTÉ BRASILEIRO

Quem ler a história de Jefté percebe que ele não era uma pessoa que seria reconhecida como “homem de honra”, ele era filho de uma זנה-zânâh, mulher adúltera ou protistuta, os irmãos dele expulsaram-no de casa: ” (Juízes 11.2).

Se imagina Jefté como alguém nas planícies do Jordão chefiando e procurando gente para o seu bando: “homens רק ou ריק (req ou reiq) levianos, “vazios, ocos” se ajuntaram com ele e com ele saíam”. Saiam para fazer o quê? Saiam para combater os amonitas e sempre com sucesso, foi assim que Jefté ficou famoso. Todo o povo tinha os olhos nele, pensava nele como um libertador de Israel.

O governo que caiu fala muito em vingança, pode até ser, mas não se sabe objetivamente quem é o vingador. “Em toda parte onde se procurou responsabilidades, foi o instinto de vingança que as procurou”, (Nietzsche). E, “este instinto de vingança apoderou-se de tal modo da humanidade, no curso dos séculos, que toda a metafísica, a psicologia, a história e sobretudo a moral trazem a sua marca”. (Pelbart). Apesar do bacilo da vingança na orquestração do impeachment da presidente, existe um ajuste histórico com o povo que não quis ser comunista, e, quando o povo marcha pelo impeachment como prever o Presidencialismo, a vingança está lá marcando presença. Para o PT, “os deuses” iriam assumir a culpa. Para o povo, sem dúvida; era mesmo o partido do Lula o grande responsável, e responsabilidade é culpa designada, encontrada, e depois personificada e rejeitada é colocada para fora do lugar que ocupa.

Eduardo Cunha tem bom nascimento, mas se envolveu com algumas falcatruas. O Congresso brasileiro é como as Campinas do Jordão, a Planície de Megido, lugar de combate. O governo já pleno da ideologia comunista queria avançar na implantação do regime cubano castrista e chinês. Blum na França, socialista, pensador, dizia: “Tal exercício do poder não é algo que nós socialistas buscamos evitar, insistia Blum. Ele tem seu valor de propaganda – podemos ser vistos governando e governando bem – e pode ser a ocasião para legislar reformas verdadeiras. Mas o o exercício do poder, como a conquista do poder, não deve ser buscado como um fim em si”. No Brasil como na França de 1934, “Os partidos eram pouco ou mais que combinações ocasionais de interesses políticos e econômicos locais, reunidos para proveito eleitoral”, era tudo pelo poder e Blum reprova isso, mas aqui no Brasil fizeram bem ao contrário, e, o poder era tudo o que queriam, para isso avançavam até na direção do íntimo do ser humano, como prever o comunismo; o homem não pensa por si, pensa pelo partido.

Pela cartilha de Marx, se transforma num objeto manipulável. Uma das medidas que os petistas reclamam arrependidos foi a de não ter adotado a repressão. O bolchevismo queria na França o terrorismo como forma de resistência à burguesia. “uma necessidade vital para a revolução”. Isso no Brasil não conseguiram, o Exército não iria tolerar.

Eduardo Cunha, homem valente, conhecedor das trilhas jurídicas, resolveu não permitir a entrada do comunismo, “Enquanto eu estiver aqui, não entra comunismo nem os projetos do PT contra a família”. Teria dito.

Quem colocou esse homem que muitos reprovam por causa de seus deslizes? Quem além dele poderia lutar contra a implantação do comunismo? Eduardo Cunha era o homem certo no lugar certo. Foi o Jefté brasileiro.

Alguns teólogos reprovam Eduardo Cunha, mas ficam agradecidos pela ação dele no Congresso, foi o homem certo, como disse Roberto Jeferson, “Um anjo colocou Eduardo no lugar certo, exatamente o homem preparado para enfrentar a quadrilha encastelada no poder, um homem que sabe jogar o jogo do Lula, sabe tudo sobre manobras políticas. E jogou bem”.

Os evangélicos queriam que um santo enfrentasse o Lula, mas não foi encontrado um santo no Congresso. O povo orou, e Deus ouviu a oração e removeu o governo comunista.

Eduardo Cunha lutou na planície do Jordão, enfrentou os adversários até o fim,e venceu. O plano do PT não era bom para os cristãos, ainda que alguns padres e até pastores estivessem envolvidos com o comunismo petista, ainda assim, comunismo segue a doutrina de Marx e nada tem a ver com evangelho ou com o cristianismo.

Desde que o PT assumiu o poder, o Brasil passou a ser considerado um país mais à esquerda, isto é, comunista, se fosse apenas socialista avançaria tranquilamente, mas querendo macaquear os líderes cubanos e venezuelanos se deu mal. Desde 2006 que se espera que Chavez caia como um fruto podre, mas aconteceu que ele se foi e um “fruto maduro”, porém ignorante assumiu o poder. Num cenário assim o povo brasileiro na sua maioria cristã, e muitos apenas contra o comunismo, a pressão pelo impeachment, o medo da “cartilha gay”, fez com que o povo se levantasse contra o governo. Depois vieram à tona as “pedaladas” que gerou desemprego e fechamento de empresas, o povo se uniu e pediu a saída da presidente. Eduardo Cunha provocado pelo PT colocou a pauta para votação. Foi o fim do governo.

Quero deixar uma breve explicação das chamadas “pedaladas fiscais”. Nada mais é do que, pagar contas com cheque especial e deixar a conta bancária no vermelho, isto é, sem a devida cobertura. A Lei nº 1.079 de 10 de Abril de 1950. Define os crimes de responsabilidade e regula o respectivo processo de julgamento.

4º São crimes de responsabilidade os atos do Presidente da República que atentarem contra a Constituição Federal, e, especialmente, contra:

VI – A lei orçamentária.

Esse foi o crime, ela não podia pedir emprésimo a banco que controlava, mas fez exatamente isso, sacou no Banco do Brasil, no BNDES e na Conta de FGTS. O rombo foi de R$ 101 bilhões, com isso atentou contra a Lei Orçamentária e destruiu a Economia. E a maior parte dessa dinheirama toda foi para a Venezuela, Cuba, Bolívia e outras ditaduras comunistas, até para ditadores do Continente Africano foi concedido empréstimo a “fundo perdido”, ao que parece.

Eduardo Cunha, homem valente, Economista, conhecedor das Lei, especialista em regimentos internos, deu acolhimento ao pedido de impeachement. Mas os adversários políticos não deixou por menos, foram no Conselho de Ética como haviam prometidos, entraram com pedido no STF e Eduardo Cunha depois que enviou o processo para o Senado, foi alijado do poder.

Ele foi tirado do Congresso perdeu o seu mandato, e ficou na mira da justiça, entretanto temos que admitir que fez um grande trabalho libertando o povo da possibilidade de se chegar a um comunismo pleno. Assumiu um governo brasileiro, sem compromisso com Maduro, Fidel ou qualquer outro ditador.

Nesse sentido Eduardo Cunha se parece com Jefté que, em meios a problemas de ordem moral, foi colocado na frente da batalha e venceu. O STF cassou o seu mandato, mas isso só poderia ser feito depois do julgamento, se era para impedir Eduardo Cunha de ser o Vice-Presidente, bastaria emitir um parecer da justiça e pronto. Mas algumas coisa mais aconteceu para o Juiz alijar Eduardo Cunha do poder. Certo e que, ele não poderia exercer a vice-presidência. Uma pena, pois teríamos um evangélico no topo da nação.

Muitos vão criticá-lo, falar do passado dele, da família, dos negócios, dos depósitos em “offshore”, tipo de empresa nacional em país estrangeiro.

Uma “offshore” pode ser legal e ilegal, quando aberta com dinheiro declarado no Imposto de Renda Nacional, é legal. Quando os depósito são feito sem origem declarada, isto é, com valores omitidos no Imposto de Renda é crime, Gerlamente quando o dinheiro não é declarado é porque se trata de propina, então, é crime e tem que haver punição. A imprensa publicou que ele foi acusado pela (PGR) Procuradoria Geral de República de receber US$ 5 milhões em propina no esquema de corrupção da Petrobras. Na quarta feira 02 de Março, 2016, no Supremo Tribunal Federal, seis ministros votaram a favor da abertura de processo criminal contra ele, como são onze ministros, teoricamente Cunha já é réu na Lava Jato. A maioria votou a favor da abertura de processo.

Mas Eduardo Cunha foi corajoso, enfrentou o PT e seus asseclas jogando o jogo deles, os dois perderam, o PT perdeu mais, e o povo ganhou muito mais.

O libertador nem sempre é do nosso agrado. Mas ficou registrado na história, “O Brasil se livra do comunismo sem derramamento de sangue, por meio do povo, mediante um pedido de impeachment da presidente, pedido esse assinado pelo jurista Hélio Bicudo e Dra. Janaína Paschoal protocolado no Congresso e colocado em votação pelo Presidente do Congresso, o Sr. Eduardo Cunha.

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