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Publicado por em jan 11, 2015 em Bispo Inaldo Barreto, Blog, Notícias | Ninguém comentou

Le temps ne revient jamais

Le temps ne revient jamais

Funtamentalismo, de acordo com os críticos, é apenas uma palavra de 14 letras sujas. É um termo de abuso praticado por grupos religiosos ou não. Assim ficou definido pelo Iluminismo, também conhecido na França pelo termo: “Siècle des Lumières” (Século das Luzes).

 

Liberdade é uma palavra chave para boa convivência. Há um ditado que diz: “Le temps ne revient jamais” ( O tempo não volta jamais), o mal já foi feitoem Paris. Por lá prevalece em parte o agnosticismo, religião para muitos é objeto de escárnio. Um erro não justifica outro erro. A suposta religião da paz não condiz com a Paz que Cristo oferece, Jesus não sancionou a pena capital, “quem tiver sem pecado atire a primeira pedra”, mas alguns se acham no direito de matar. Nada justifica um ato terrorista, e, nada justifica a difamação pura e simples. Transformar a vida alheia em um circo não é conveniente. Dizia Confúncio: ” to know what’s right and not do it is the worst cowardice”.

(Saber o que é certo e não fazê-lo é a pior covardia.) Essa covardia faz parte da vida daquele que não respeita o seu próximo, pior quando alguém sabendo do que se trata subestima o fundamentalismo que apela às imagens multifacetadas das religioes e dos mitos e busca a vingança justificada pela interpretação literal do livro sagrado. Ouvir o Antigo Testamento ou o Alcorão sem a hermenêutica de Cristo Jesus é uma fatalidade teológica. Disse Salomão: “não se pega um cão pela orelha”. (Pv. 26.17)

Não existe liberdade para zombar das pessoas, se até bullying nas escolas é impróprio então o que eles publicam denegrindo a imagens dos religiosos e da religião é muito mais grave. Evidentemente que o braço armado do islam praticou um crime contra a liberdade de expressão e o jornal ídem. Não justifica o que os terroristas fizeram em nome de Alá ou do profeta Maomé, a liderança do Islam poderia processar o jornal, com certeza não iria virar nada, mas valeria a pena, infelizmente agiram por conta do código religioso islâmico (Alcorão), agora já está feito o mal feito. A imprensa tem o poder de destruir imagens, foi assim na inquisição, e a” Nuit de Saint-Barthélemy” na França começou com a difamação até transformar as pessoas em “animais”. Quando mataram milhares de protestante na França; “pensava” o povo que matavam um cão ou outro animal selvagem. Acontece que os cristãos e os judeus se calam diante da difamação, não se tem notícia de cristão ou judeus jogando bombas em jornais por essa causa. Muitos cristãos foram mortos na África na Syria e em outras partes do mundo; a imprensa se calou diante dos assassinatos, pois bem, o cristão ou o judeu não sai por aí metralhando os escritórios dos jornalistas, mas o fundamentalista islâmico segue a Shaira…que condena quem ataca o seu profeta. Penso que a imprensa deve evitar o escárnio como a máxima expressão da libedade.

Ninguém sai de sua casa e cospe no rosto do seu vizinho sem nenhuma consequência. A educação a ética serve para tudo até para a imprensa. Mas sem dúvida o braço armado do islam errou, mas o jornalista não estudou com cuidado o fundamentalismo para saber que, a “razão arrogante” domina o literalismo. Parece que um jornal na Alemanha foi depredado hoje há algumas horas atrás. Sou contra o terrorismo em todos os sentidos, mas não tenho como aprovar a troça como o que se tenha de melhor na liberdade de expressão. Um erro menor não justifica o erro maior. Errou o jornal e muito mais o bando armado quando interpretou preceitos religiosos literalmente para assassinar, executar como um esquadrão da morte da religião infalível. Um jornalista da Fox News perguntou a um lider muçulmano dos Estados Unidos: “Essa é a religião da Paz?”, O lider muçulmano Reza Shah-Kazemi escreveu: “My Mercy Encompasses All”, Será que é lido nas Mesquitas?

É de se perguntar: “O que há de ERRADO com o mundo:?”. (Shesterton)

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