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Publicado por em maio 21, 2014 em Bispo Inaldo Barreto, Blog, Notícias | Ninguém comentou

REGRESSÃO ESPIRITUAL

REGRESSÃO ESPIRITUAL

A cura interior que se utiliza da regressão é uma prática espirita?


INTRODUÇÃO

A partir do II século surge o se costuma designar como, “Regra de fé”. Era um manuscrito destinado a conservar na mente dos discípulos aquilo que os apóstolos tinham como,” fé  evangélica”. Focava especialmente,A vida de Jesus e seus ensinos, A Morte expiatória, a Ressurreição, a vida cristã cotidiana, e o juízo final.

I- Apologia

A defesa racional da fé, até porque não temos como defender a fé sem a razão constitui:  Apologia.
As Cartas Pastorais tem uma natureza apologética. A Timóteo Paulo recomendou: “Como te roguei ( Rogar, do verbo: Παρακαλώ; Parakalo” Chamar, (chama alguém para pedir conselhos) rogar, invocar, e exortar) que permanecesses ainda em Éfeso para admoestares a certas pessoas, a fim de que não ensinem outra doutrina” (1ª Timóteo 1.3).

II- Apologistas

Foram os que escreveram defendo a “fé cristã”, Orígenes, pai da Igreja foi um dos melhores, ele escreveu o livro: “Contra Celso”, é o começo da apologia em termos bem moderno, Orígenes estava bem além do seu tempo e conseguiu influenciar todo o Cristianismo até nossos dias.

Quando a religião se tornou oficial no Império romano, a apologia era usada mais contra os pagãos, principalmente entre os saxões, frígios e outros, e atualmente  os cristãos enfrentam  muita lutas com o Islã. É preciso muita apologia para convencer um islamita a deixar o Islã e se tornar cristão.

III- Regra de fé

Os apologistas do primeiro século e início do segundo século eram conhecidos também como, “pais apostólicos” que tiveram supostamente ou verdadeiramente contatos com os primeiros apóstolos, ou contatos com os que conheceram em pessoa os apóstolos de Jesus.

Os apologistas se dividiam em, gregos e latinos.  Justino, foi filósofo, apologista e morreu por causa da fé crista. (165 a.D).
Atenágoras defendia a razão, ” Nós os cristãos obedecemos à razão e não lhe fazemos violência”. Ensinou e defendeu a fé, até fins do século II.

Nota-se que os pais apostólicos, muto cedo entre eles, alguns  perceberam a importância da razão, mas era o meio, o centro o que defendiam, a media entre razão e emoção, razão e fé,  razão e intuição. Enfim o equilibrio.

III-Modernidade.

A modernidade influencia tudo e a todos, e nesse caminho de mudança e pressão por mudanças algumas  igrejas sucumbiu à margem da teologia, admitindo ideias ou doutrina contrária ao Evangelho. A Regressão espiritual foi uma delas.

Essa doutrina que, ao que parece ainda é praticada em algum reduto cristão-evangélico, é danosa, “infligere damnum” à Igreja como Instituição e aos membros como seres humanos.

Essa projeção do “eu” é fruto do iluminismo, torna-se objeto de experiências subjetivas com fortes ligações com o “oculto”, e nesse novo caminhar o homem se projeta como o sujeito da vontade quase divino, e num “lapsus” de intelectualidade e ausência de regra, ele exige se dispõem a perdoar o divino.  Esse é o ápice de algo subjetivo que se parece com “loucura espiritual”.

Conclusão

Nosso tempo urges por um zelo na doutrina e uma proclamação do evangelho, por meio dos carismas de Deus, mas também mediado pela razão. Esse equilíbrio é necessário para o progresso da Igreja na modernidade sem que com ela, venha a  se perder.

A virtude é o fio condutor da sã doutrina, “in medio consisti virtus”. Ser carismático, mas  também ser racional é uma virtude que faz muita falta no embate entre, a modernidade e a teologia.

Bispo I.F. Barreto
IMRET

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