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Publicado por em nov 9, 2015 em Bispo Inaldo Barreto, Blog, Notícias | Ninguém comentou

Salmos 8.4 “Que é o homem para que com ele te importes?”

Salmos 8.4 “Que é o homem para que com ele te importes?”

Do not let us quarrel about the past. In future, I hope we shall be always of one mind

(Não vamos brigar sobre o passado, no futuro, eu espero que estaremos sempre em um só pensamento) Jane Austen ( 1775-1817)

Quando um general romano voltava vitorioso da batalha ele era recebido pelo imperador, então ele entrava numa carrugagem e desfilava pelas grandes avenidas de Roma, entretanto atrás dele ia um escravo segurando uma coroa de louros , no trajeto o general era convidado a olhar para trás e escutar a mensagem do escravo: “hominem te esse memento!! (Lembra-te de que és homem!).

Foi o cristão Quintus Septimus Florens Tertuliano (150-230) que contava essa história que servia como admoestação para prevenir o orgulho do general, o escravo de vez em quando no percurso do desfile, dizia: “Olha atrás de ti! Lembra-te de que és homem!”.

Consideramos algo muito importante que Deus se importe conosco, com nossa saúde, nosso dinheiro, nosso sucesso, etc, mas a nossa resposta é fraca. Davi no contexto na recitação desse Salmo, olhou para o céu e viu as estrelas e descreveu tudo dessa forma: “Quando admiro os teus céus, obra dos teus dedos, e a lua e as estrelas que ali estabelecestes, pergunto: Que é o homem para que com ele te importes”? E o filho de Adão para que venhas visitá-lo?” Lembrança é זכר : zâkar, marcar de tal forma que fique na lembrança, na antiguidade, queimar icenso, também significa sinceridade, estar atento. O Nosso Deus se importa conosco e nos deu uma marca, a Marca da promessa, nada a ver com aquela música que fala de prosperidade, a marca da promessa é o selo do Espírito. A prosperidade é uma realidade por isso ele mandou bater, buscar e com certeza vamos prosperar, Mas a Marca é distinta e gloriosa, é a Marca da Promessa.

O homem moderno descobriu a sua natureza finita e ficou abismado, Heráclito (535-475 a.C) achava que o homem em nada se parece com o divino, nem na natureza, nem naquilo que faz, que, “Em todos os homens está o conhecer a si mesmo e bem-pensar” e, que, “Para os homens que têm almas bárbaras , olhos e ouvidos são más testemunhas”.

O homem moderno redescobrindo sua natureza aumentou o abismo. Para Jean Paul Sartre, o homem é uma paixão inútil, um nada antes e um nada depois é tudo o que sabe e o que espera dessa vida. A frase que ficou famosa, “L´homme est une passion inutile”. (O homem é uma paixão inútil). Tentando fugir da angústia Sartre arrumou outra frase, “L´existence précède l´essence”. (A existência precede a essência).

O homem no modernismo é o ser da angústia, entre o passado que não lhe pertence mais e, um futuro que ainda não chegou, o presente ele enfrenta corajosamente consciente tanto de um passado como de um futuro que não lhe pertence, e nisso ele se encontra perdido.

Essa pode ser a perdição essencial do homem, é nisso que se encontra a sua perdição, a desesperança que faz com que ele trabalhe demais, corra demais, lute demais, e caia em exaustão por um nada. É como um ser catastrófico.

Quando esse homem encontra Jesus faz a conexão com o antes e o depois, o passado é estendido e o futuro desvendado pelas palavras de Cristo, e o seu poder de remir o próprio homem em desespero. “Vinde a mim os cansados” é um chamado à salvação.

Livre da sua perdição, ele percebe que Deus se importa com ele, mas ele mesmo não consegue se importar com Deus. Com uma semana inteira para tratar de seus negócios ele ainda acha uma razão para: Não ir aos cultos, não se envolver com discipulado, contribui pouco, e reclama que Deus tem que se importar com ele.

Se compromisso é apenas à moda cartesiana, “Penso, logo existo”, para mim mesmo, para meus negócios. Os cristãos de hoje ouvem mensagens dizendo que Jesus não ia no Templo e acreditam. Mas o Evangelho fala que Ele ia todos os dias no Templo, e ensinava e curava. Esses pregadores não falam a verdade, e estimulam os cristãos a ficarem preguiçosos até para buscar a Deus e ainda exigem que Ele se importe com todos os seus problemas.

Alguns cristãos parecem acreditar que o ser humano é uma subjetividade pura, sem esperança, alguns não conseguem encontrar algo na Igreja para ser útil. É difícil viver a fé quando não se descobre a si mesmo, e não encontra uma razão que leve a considerar o Criador como aquele que compartilha uma agenda de serviços cristãos conosco.

Achei muito bom o irmão Alessandro Henrique Martins um obreiro dos Gideões, estava acompanhado de um outro cujo nome não me lembro, ele testemunhou do seu trabalho. Os Gideões profissionais liberais, sempre encontram um tempo para distribuir Novos Testamentos nas Escolas e em outros lugares públicos.

Estamos vivendo um tempo crítico para a Igreja, nos Estados Unidos a Igreja evangélica perde terreno para o Islam, ela nasce de várias denominações, os Quarkers fundam a Pensivânia, e as denominações crescem como partido políticos, cada uma se acha a única, às vezes se unem sob uma bandeira comum, mas recentemente algumas denominações se tornaram “igrejas gays”, coisa jamais imaginada, quer seja pelos reformadores, quer se ja pelos evangelistas e avivalistas dos séculos passados.

Para o Islã “guerra é paz”, é ausência de qualquer obstáculo ao islam, eles são devotados, e voltados para Meca, já os cristãos americanos foram perdendo o ânimo, a frequência aos cultos caiu, a devoção despareceu da agenda, além disso existem muitas contendas sobre que doutrina se segue, soma-se a isso as igrejas que se tornaram homossexuais, onde o que minsitra é um homem mas casado com outro homem, ou uma mulher cujo marido é outra mulher. Estando assim tão divididos irão perder a lidernça para os islã que é mais fiel e devoto à sua religião. Logo teremos americanos cumprimentando o vizinho em Nova York ou Washington com um : “Alá é grande”.

Os muçulmanos americanos almejam colocar o Alcorão dentro das escolas, influenciar o máximo que puder para se instalar no poder. Em algumas escolas em Massachusetts já se pode ouvir os alunos dizerem: There is No God but Allah, (Não há Deus senão Alá).

Nas escolas americanas a influencia do islã é forte, muitos já alertam: AMERICAN PARENTS! Did you know that public schools are indoctrinating your children with Islamic teachings?” (Pais americanos! Vocês sabiam que nossas escolas públicas estão doutrinandos as crianças com os ensinos do islã?”.

Na questão devoção o muçulmano é mais devoto do que o cristão americano, eles se ajoelam defronte a Casa Branca para fazer suas orações como se fosse em Meca.

Gui Rodgers confirma que existe o ensino de texto islâmicos nas escolas americanas em forma de educação, mas que se trata de doutrinação. Pais denunciam que estão forçando a crença no islam nas escolas públicas.

Noutras reportagens Harris Zafar defende que se trata apenas de um ensino, alega que existe separação entre religião e estado, mas todos sabem que eles são devotos e não perde uma oportunidade para ensinar a religião islâmica nas escolas americanas. Os textos são controversos e dedica capítulos inteiros ao estudo do Islã. eles aproveitam para ensinar a pratica da religião islâmica, como isso estão ensinando o islamismo para os estudantes americanos. Alguns professores são religiosos adeptos da religião.

É um quadro muito estranho que se desenha nos Estados Unidos. A igreja protestante são divididas por natureza, e agora, algumas se transformaram em “igrejas gays”, os muçulmanos são devotos, unidos e ainda contam com o caráter dúbio dos governantes, eles estão minando as bases da cultura americana com a doutrina do islã; ensinam nas escolas: “Não há Deus senão ser Alá”. Os pais estão reclamando, protestando contra esse ensino. É muito preocupante. Tenho uma opinião particular de que o Islã passará por uma Reforma como aconteceu com a Igreja Católica, ela vai crescer, mas o próprio crescimento atinge um ponto de inflexão, o fato deles se espalharem por todo mundo para assumir o poder vai gerar uma necessidade de mudança.

Quanto a nós, os cristãos temos que assumir compromissos com Cristo, em sua igreja seja lá qual for a denominação que pertença. O cristão do século XXI ou se compromete ou será vencido e perderá seus filhos para as seitas ou até para o islã. Quem duvidar, pague para ver.

É certo que Deus se preocupa com o homem, por isso ficou escrito: “Deus amou o mundo de tal maneira”, mas fica a pergunta: Nós nos preocupamos com o Senhor? Somos dedicados, valorizamos os cultos, o discipulado, ou nossa preocupação com o ministério é do tipo “quebra galho”, vou quando posso, e tenho outras prioridades?

Es cierto que Dios se preocupa por el hombre, por lo que esta escrito: “Dios amó tanto al mundo,” Pero la pregunta sigue siendo: ¿ Nosotros, nos preocupamos por el Señor? Estamos dedicados, valoramos los servicios del Señor, el discipulado?, Y nuestra preocupación por el ministerio es una “rama rota” Yo voy a la Iglesia cuando puedo, yo tengo otras prioridades?

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